Os dias cinzentos ajudam-me no diálogo de mim para comigo. Pela ausência de cores exteriores que me possam distrair.
Lembram-me a realidade com a ausência do tempo e com a eminente presença de mim que ainda estou cá. Teleportam-me à descoberta com contornos de possibilidades que me apresentam caminhos mil. Apresentam-me experiências de infinitas hipóteses, erros e verdades. A Verdade, o Amor, o Destino e esses grandes conceitos que geraram e gerarão os romances mais belos e criativos do género humano, existem pela ausência do tempo nos dias cinzentos. E antes sequer de haver palavras para descrever sentimentos tão grandes que pairam como utopias na sombra dos homens, desde que o homem é homem, existiram dias cinzentos. A imaginação e a fantasia são a única realidade que existe nestes dias. Sem elas tudo seria espaço bruto não precisaria de Deus nem de Ciência para ser inventado.
Lembram-me a realidade com a ausência do tempo e com a eminente presença de mim que ainda estou cá. Teleportam-me à descoberta com contornos de possibilidades que me apresentam caminhos mil. Apresentam-me experiências de infinitas hipóteses, erros e verdades. A Verdade, o Amor, o Destino e esses grandes conceitos que geraram e gerarão os romances mais belos e criativos do género humano, existem pela ausência do tempo nos dias cinzentos. E antes sequer de haver palavras para descrever sentimentos tão grandes que pairam como utopias na sombra dos homens, desde que o homem é homem, existiram dias cinzentos. A imaginação e a fantasia são a única realidade que existe nestes dias. Sem elas tudo seria espaço bruto não precisaria de Deus nem de Ciência para ser inventado.


